Nesta categoria, oferecer-se-ão textos para a formação litúrgica dos que animam com o canto.

Música e Liturgia - 5. Quais os erros mais comuns no uso da música?

Out of toneApercebemo-nos, com muita alegria e gratidão, de que há bons grupos corais e muito trabalho de formação realizado na nossa Arquidiocese pela Comissão para a Celebração da Fé, pelos párocos, pelos responsáveis dos grupos corais e, especialmente, pela perseverança e amor de cada membro destes grupos, que anos a fio, de verão e de inverno, deixam o seu lar e se reúnem, todas as semanas, para ensaiar e para celebrar.

Num espírito de autocorreção e de correção fraterna, enumeremos alguns erros muito comuns no uso da música litúrgica:

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Música e Liturgia - 4. Há instrumentos proibidos nas celebrações litúrgicas?

Através da história, a proibição ou aceitação dos instrumentos na liturgia esteve dependente sobretudo da sua conotação psico-sociológica e da sensibilidade da Igreja em cada época.

A Igreja prefere instrumentos que estejam, segundo a tradição, ligados à vida religiosa do ser humano. Ela sabe que os instrumentos usados em determinado contexto assumem o significado desse mesmo contexto. Assim se compreende que muitos instrumentos tenham sido proibidos na liturgia – e continuem a sê-lo – pelo simples facto de estarem conotados com situações ou vivências muito distantes da celebração litúrgica.

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Música e Liturgia - 3. Afinal, o que torna uma música apta para ser usada na Liturgia?

Uma música só é apta para usar na liturgia se ajudar a elevar o espírito dos fiéis a Deus, se fomentar na assembleia o espírito comunitário, se solenizar verdadeiramente as celebrações, enfim, se tem as características exigidas pela Igreja:

  • A santidade: o sentido da oração, da dignidade, da beleza.
  • A bondade das formas, que seja verdadeira arte, que tenha valor objetivo, isto é, que seja fiel às leis da linguagem musical.
  • A adesão aos textos, que ajude a enaltecer o texto.
  • Que seja fator de comunhão, que comova e exalte.

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Música e Liturgia - 2. O que é a música sacra?

Musica sacraSegundo a Instrução Musicam Sacram (documento para a aplicação da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II) “entende-se por música sacra aquela que, criada para o culto divino, possui as qualidades de santidade e perfeição de forma. Com nome de música sacra designam-se: o canto gregoriano, a polifonia sagrada antiga e moderna nos seus vários géneros, a música sagrada para órgão e outros instrumentos admitidos, e o canto popular, sagrado ou litúrgico e religioso.”

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Música e Liturgia - 1. Palavra-chave: PARTICIPAÇÃO

Jovens a CantarPlena, consciente, ativa e frutuosa participação na liturgia (Sacrosanctum Concilium, n. 14)

Nunca é demais suscitar, em nós próprios e à nossa volta, a sede de mais formação, seja ela musical, teológica e espiritual.

Vou procurar, nos próximos dias e neste espaço, oferecer um singelo contributo, em ordem a uma relação espiritual e artisticamente fecundas entre liturgia, poesia, espiritualidade e música. Faço votos de que muitos amigos e amigas possam manifestar a sua opinião ou colocar as suas questões. Desde já, muito obrigado!

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